Obras deslancham com poços e Centro Operacional – Residencial Porta do Sol

Obras deslancham com poços e Centro Operacional

Vazão no Sistema P4 superou as expectativas

O poço recém-perfurado no futuro Sistema P4, próximo à Portaria 1, superou todas as expectativas.  Avaliações preliminares apontam que ele terá uma capacidade aprovada de vazão entre 10 e 15 m³/h. Para se ter uma ideia desse potencial, a capacidade somada dos poços dos sistemas P1 P2 e P3 chega perto de 15 m³/h.

Empolgada com essa descoberta, a Diretoria da Apaps já obteve o aval do Conselho Deliberativo para utilizar recursos do Fundo de Reserva e da JHSF e, assim, investir na perfuração de mais um poço no Sistema P4. Paulo Henrique da Silva, gerente de Planejamento da Apaps, informa que estudos indicam a existência de importantes veios de água naquela localidade. A Apaps tenciona, ainda, investir na instalação de outro poço no Sistema P1 onde, de acordo com estudos técnicos, existem fortes indícios da existência de água subterrânea em abundância.

Segundo o gerente, a utilização das reservas subterrâneas é a forma mais inteligente de garantir o abastecimento sem depender, exclusivamente, dos nossos lagos que ficam à mercê das constantes variações climáticas. Ele lembra que, hoje, mais da metade do precioso líquido consumido na Porta do Sol é proveniente da água de superfície.

Francisco Venturi Regis, presidente da Apaps, já adiantou que planeja implantar os dois novos poços na Porta do Sol sem utilizar dinheiro do Rateio de Despesas despendido pelos associados. Além dos recursos dos Fundos de Reserva, a Diretoria planeja empregar nessa empreitada o caixa composto pelas economias feitas desde o início de 2018. O presidente enaltece o esforço feito pela gestão para o equilíbrio das contas e relata que, agora, a Apaps colhe os frutos dos investimentos em manutenção e da consequente redução de despesas.

Ele complementa, ainda, que o futuro Sistema P4 permitirá a cobertura parcial do Setor Azul da Porta do Sol e, ainda, reduzirá substancialmente a demanda de captação superficial na Captação 2.

Centro Operacional

O Departamento de Obras da Apaps concluiu na última semana a primeira fase das intervenções para a instalação do Centro Operacional da Porta do Sol. Foram concluídos os projetos estruturais, terraplenagem, fundação e toda a preparação do terreno para o início das construções de alvenaria.

Sem perda de tempo, o Conselho Deliberativo da   Apaps, reunido no último sábado, dia 5, aprovou por unanimidade o início da fase 2 que inclui a construção das oficinas, refeitório e banheiros. Toda a obra, incluída no Eixo Lilás do Master Plan que norteia a revitalização do Clube e da Hípica, foi projetada para atender as necessidades de cada departamento operacional, além de corrigir as deficiências existentes.

Entre outras vantagens, proporcionará maior segurança viária para o fluxo de entrada e saída de veículos da associação e, ainda, vai permitir a liberação de uma área nobre do Clube para futuros projetos voltados ao associado. O conjunto uma vez posicionado atrás do campo de futebol, em uma área com menor densidade populacional, possibilitará uma notável redução da poluição sonora.

Mesmo afastado da sede administrativa e da Praça do Sol, está previsto o acesso interno ao Clube de viaturas dos bombeiros ou ambulâncias, por exemplo.

A mudança propiciará uma otimização do espaço ocupado atualmente por departamentos operacionais. Por exemplo, a Central de Operações, responsável pelo monitoramento do Residencial por câmeras, atualmente instalada na ETA, será deslocada para o Centro Operacional, junto com o Departamento de Segurança atualmente instalado na Sede Administrativa.

O almoxarifado da Apaps será outro departamento que ganhará espaço, melhores condições de atendimento e poderá oferecer excelentes condições de trabalho aos colaboradores. O prédio que abriga hoje o almoxarifado foi construído na década de 80 com o objetivo de abrigar os funcionários da manutenção do Residencial. A velha construção abriga, improvisadamente, além do almoxarifado, as estruturas dos departamentos de Planejamento, Água, Manutenção, Elétrica e Tecnologia da Informação (TI).

Obras do Módulo1

Pelos cálculos do Departamento de Planejamento da Apaps, as obras do Módulo 1, concluídas em 21 de maio de 2021, fazem parte de um projeto de cinco etapas e podem ser avaliadas como uma das maiores empreitadas da história da Associação desde a sua fundação.

Para se ter uma ideia do investimento, até agora foram utilizadas 200 toneladas de concreto para execução do Módulo 01 do novo Centro Operacional, peso equivalente a quatro tanques de guerra, ou o volume total de um reservatório de água de 100 mil litros. Ainda no Módulo 1, foram empregadas 3 toneladas de aço de construção, pelo semelhante ao de uma Dodge Ram, do modelo super picape.

Fotos revelam a situação precária, hoje, dos setores operacionais

Por Marcos Capitão

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