Feirinha Noturna cai nas graças do associado e promete mais novidades

Os petiscos saborosos, o chopinho gelado, o clima de descontração e o bate-papo de amigos e vizinhos que se estende até à boca da noite, pelo que tudo indica, são os ingredientes que explicam o sucesso da Feirinha Noturna que acontece todas as sextas-feiras, das 17h às 22h, no estacionamento do Clube.

Responsável pela organização do evento, Janete Gonçalves, do Departamento Social da Apaps, concorda que essa iniciativa caiu nas graças do associado, mas explica que ainda continua a colher sugestões para tornar esse espaço de convívio ainda mais cativante. Ela adianta que o ideal é que a Feirinha tenha sempre uma novidade a cada edição.

“Agora colocamos tendas para proteger as mesas e não vai ser um chuvisco qualquer que vai afugentar os frequentadores. Além disso, logo depois do Carnaval, vamos trazer uma atração musical ao vivo, pelo menos uma vez por mês, para animar o ambiente. Também estamos atrás de uma tenda de sobremesas para a praça de alimentação”, complementa.

Além da barraca de hortaliças, frutas e verduras, também complementam a Feirinha as tendas da tapioca, churrasquinho, chope artesanal, hamburger artesanal, pastel, yakissoba, além das barracas da Apae e do Grupo de Artesãos da Porta do Sol, a primeira com esfirras e salgados e a outra com doces e iguarias de chocolate. Ótima opção para quem chega de fora (e para quem mora no Residencial).

Edivaldo Lopes Cruz, Lourdes Mendes Cruz e suas filhas Giovana e Raphaela costumam deixar o distrito paulistano de Santo Amaro na sexta-feira à tarde para chegar ao anoitecer no Residencial, por volta de 18h30, horário de maior movimento da Feirinha. Há três meses a família, invariavelmente, passa os finais de semana na casa de veraneio na Porta do Sol.

“Somos moradores novos, conhecemos pouca gente e este espaço tem ajudado muito na nossa integração”, explica Edivaldo. A esposa Lourdes concorda com o marido e complementa que a feirinha já faz parte da rotina de sexta-feira. “Na chegada fazemos escala aqui, escolhemos alguma coisa gostosa para comer e já aproveitamos para comprar frutas, legumes e hortaliças, coisas que faltam na nossa dispensa”.

Edson Lopes e Sônia Stamden moram há sete anos na Rua Castro Alves e também já adotaram a Feirinha como ponto obrigatório de visita nas sextas-feiras. Ambos elegeram as barracas de chope artesanal, pastel e espetinho de kafta como “imprescindíveis”.

“Tem um monte de opções gostosas, mas tem coisas, como pastel, por exemplo, que você não pode deixar de comer quando vai numa feira, concorda? Além disso, agora temos um local para ver os amigos, bater papo e descontrair”, argumenta Edson. “Já faz parte do nosso roteiro e não precisamos nos preocupar com o lanche de sexta à noite”, acrescenta Sônia.

“A Feirinha foi uma das mais felizes iniciativas da turma que cuida do social na Porta do Sol. Na nossa casa ninguém mais cozinha na sexta-feira, a gente vem aqui e o problema está resolvido”, comemora Dulce Lins que mora há nove anos com Sérgio Pita, na Rua Olegário Mariano. Dulce e Sérgio trouxeram os amigos Waldomiro e Alexandra para experimentar os petiscos e o chope artesanal.

“É um lugar gostoso para conversar e ver os amigos, mas é bom mesmo para comer e beber. As opções são gostosas e variadas, a gente pode escolher, tem espetinho, tempurá, pastel, tapioca, hambúrguer, além do chope que nunca pode faltar”, festeja Sérgio. Na sua opinião, uma música ao vivo deixaria o clima ainda melhor. “Mas teria que ser música boa e sem muito barulho, que é para não atrapalhar o bate-papo do pessoal”, condiciona.

No modo de ver de Sônia Nunes, que reside na Porta do Sol há 11 anos, a Feirinha foi um belo presente, tanto para quem mora no Residencial como para quem chega de fora. “A barraca de hortaliças, frutas e legumes resolveu o problema daqueles que não têm tempo de passar no mercado antes de seguirem para cá. Daí já aproveitam a praça de alimentação e não precisam nem cozinhar”, diz Sônia.

Convidada de Sônia, Luciana Guimarães também trouxe seu filho Eduardo, de 11 anos, para saborear os petiscos da Feirinha. Luciana foi de espetinho e chope, Eduardo optou pelo hamburger artesanal e refrigerante. “É uma ótima alternativa para quem leva os filhos nos Jogos Noturnos na sexta-feira. Depois vem todo mundo para cá colocar a conversa em dia e comer alguma coisa gostosa”, conclui ela.

 

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 Sônia, Luciana Guimarães e seu filho Eduardo

 

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Edivaldo Lopes Cruz, Lourdes Mendes Cruz e suas filhas Giovana e Raphaela

 

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Edson Lopes e Sônia Stamden

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Dulce e Sérgio e os amigos Waldomiro e Alexandra

 

 

 

 

 

 

 

Por: Marcos Capitão/ Foto: Marcos Capitão

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